Danival | Dan | Borozinho

2

de
setembro

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28

de
junho

As personagens da Globo e seus ‘bigodes de testa’

Andava preocupado, fiquei quinze dias sem dormir, afinal, o que as meninas que aderiram à moda fariam com suas franjas, verdadeiros e enormes ‘bigodes de testa’ inspirados na malvada Sílvia, personagem de Aline Morais na novela ‘Duas Caras’ da Rede Globo?

Minha agonia só foi dissipada com a chegada da novela seguinte, ‘A Favorita’, pois, na personagem Alicia, de Thaís Araújo, os bigo.., quer dizer, franjas, estão sãs e salvas e continuarão lindas e volumosas nas testas das milhares de brasileiras que se encantaram pelas madeixas das
personagens más…

O fato é que tudo estaria bem e lindo se a maioria absoluta das meninas que copiaram as benditas franjas contassem ou com os cabelos já naturalmente lisos da Aline Moraes, ou com toda a equipe de cabeleireiros da poderosa Rede Globo de Televisão, que cuidadosamente puseram abaixo os cachos e o belíssimo ‘Black-Power’ que Thaís Araújo ostentava até bem pouco tempo. Aqui no ‘mundo real’, valendo-se do financiamento de 12 parcelas no carnê das ‘Lojas Insinuante’,muitas garotas adquirem suas próprias ‘chapinhas, pranchas e todo tipo de apetrecho’, construindo elas mesmas suas esculturas na testa… O problema é QUANDO CHOVE!

Recentemente, durante as festividades juninas da minha cidade, não foram poucas as garotas que logo cedo, quando cheguei ao forró, estavam lá, belas e felizes ostentando seus franjões, alguns dos quais não davam uma volta, cobrindo quase os seus olhos, mas que depois de umas duas trombas d’água enviadas do céu por São Pedro, ficaram parecidíssimos com franjas de poodle quando sai da tosa: beeeeeeeem encaracoladinho, ‘tuim, tuim’, mesmo, mas nada que uma nova chapinha não
resolvesse!

Dan
dandanival.dias@gmail.com (mail)
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6

de
junho

120 anos de abolição, preconceito e intolerância

Em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel assinava a Lei Áurea, libertando os negros escravizados no Brasil, último país do mundo a acabar com o trabalho escravo, sem, contudo, garantir-lhes as condições mínimas de sobrevivência e igualdade de fato entre a sociedade dominante da época.

Foram mais de 300 anos de escravidão e como estamos a apenas 120 da abolição, existe aí um déficit de pelo menos 180 anos e que o poder público tem sim a obrigação de promover ações afirmativas de igualdade com a manutenção da política de cotas nos diversos segmentos visando a reparação, afinal, se durante 300 anos ter a cor da pele preta foi motivo de exclusão, por que hoje não ser de o de inserção?

Tem-se uma notória e registrada dívida histórica com o povo negro, mas não queremos pagá-la, pois, o perverso, maldito e doentio preconceito, explícito ou não, está tatuado na alma do nosso povo, seja qual for a classe social, como demonstrado nas recentes declarações insanas do coordenador da Faculdade de Medicina da UFBA, que atribuiu à política de cotas a reprovação do curso na avaliação do MEC, sugerindo inclusive que negros e baianos são desprovidos de inteligência!

O caso do professor não é isolado, mais gente do que se imagina, em nosso miscigenado país, pensa igual a ele e discriminam no olhar, no falar, no gesto e em tudo mais que os satisfaçam na tentativa de rebaixarem quem tem a cor da pele preta, à suposta condição de ‘inferior’.

Nunca sofri preconceito declarado por ser negro, mas sou observador e é claro que já me olharam de lado nas ‘alamedas das grifes’ dos shoppings, em restaurantes, blitzes policiais (estas, para eu que sou motociclista, costumam ser cruéis), cinemas, lojas de departamento, bancos (as portas giratórias dos bancos dão um capítulo inteiro de um livro) e até, pasmem, em órgãos públicos.

Em Salvador, cuja população predominante é negra, os eventos são veladamente segregados, existe uma barreira social e consequentemente racial que determina ‘lugares de preto e os lugares de branco’. Estive recentemente na gravação do DVD de uma grande banda de axé no Parque de Exposições da capital baiana e pensei que estivesse na belíssima Florianópolis, dada a quantidade de pessoas da pele clara e de cabelos lisos! Os blocos de carnaval são como um verdadeiro apartheid nos moldes do que acontecia até bem pouco tempo na África do Sul, com os brancos se divertindo enquanto os pretos carregam as cordas, abrindo caminho entre as mais de duas milhões de pessoas do lado de fora. E qual a origem disso tudo? Os bolsões de pobreza de hoje, formados quase que em sua totalidade pelo povo negro, originaram-se da falta de políticas públicas lá atrás, há 120 anos atrás, para ser mais específico, quando os negros foram jogados à sua própria sorte.

Como não se assustar e se indignar com a forma como ainda se trata a religião e cultura africana neste país? A Constituição Federal garante liberdade de reunião para fins pacíficos e liberdade de culto, o que infelizmente não impede que adeptos do candomblé, religião de matriz africana trazida pelos escravos, sejam perseguidos por alguns religiosos intolerantes, fatos estes que me remetem à época das ‘inquisições’, quando as pessoas eram queimadas vivas por conta de uma loucura religiosa coletiva.

Apesar de considerar muitíssimo importante, (ainda) não possuo religião definida, respeito todas e tenho grandes amigos em todas elas, todas mesmo! Faço minhas orações, creio em Deus e como fui criado numa família cristã (alguns católicos, alguns protestantes) acredito em Jesus como salvador do universo.

O fato é que por conta de não seguir nenhuma doutrina religiosa específica, me sinto a vontade, por exemplo, para poder usar um escapulário católico que ganhei de presente, acender um incenso de jasmim, ler uma bíblia cristã protestante e ter no quarto uma imagem de Santa Bárbara, também presente. Tudo normal, tudo tranqüilo, mas quando uso uma das três camisas que possuo com estampas inspiradas no candomblé, até o ‘sinal da cruz’, feito por uma senhorinha eu já recebi! Só faltou ela dizer ‘vai de retro’! O mesmo não ocorre, por exemplo, quando visto uma das duas camisas com motivos ‘indianos’, com imagens e estampas de deuses indianos e hindus e que todos estão aí usando sem o menor constrangimento ou reprovação, sejam de que religião for.

120 anos depois, continuamos doentes! Basta acordarmos pela manhã para ‘respirarmos, comermos ou bebermos algum tipo ódio ou discriminação’, ou com a cor da pele de fulano, que paga suas contas, ou com a religião de beltrano, que você jamais deu sequer um bom dia, ou ainda com o que cicrano, que nem lhe conhece, faz com seu companheiro ou companheira na intimidade de seu lar…

Danival Dias
daniborozinho@hotmail.com (msn)
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12

de
fevereiro

Camaçari

Quando do ato da nossa concepção, não podemos decidir de onde vamos ser, e dessa forma eu poderia ter nascido no Rio de Janeiro, Roma, Tókio, Campina Grande…
Mas sem querer desmerecer os nativos das cidades que citei e nem das outras 416 que configuram o nosso amado Estado da Bahia, tive a satisfação, o orgulho e a honra de ter nascido na verdadeira “cidade mãe”, porque ela acolhe a todos que vêm aqui em busca de seu sustento!
Nasci em CAMAÇARI, minha terra, meu canto, minha referência, cidade que amo… E mesmo se um dia eu não viver mais aqui, CAMAÇARI, irá comigo para onde quer que eu vá, em meu coração…

Danival
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19

de
dezembro

EU x MOTOCICLETA x TRANSITO MALUCO

Sou motociclista. Por esse motivo muitos de meus amigos vivem preocupados comigo. Essa preocupação é natural, mas para eu que ando devagar, visto que dificilmente passo dos 80 km a bordo da minha Honda 125, a quem chamo carinhosamente de “La Poderosa”, o que realmente me deixa preocupado - e com medo - são as estatísticas e a imprudência alheia, já que sou bastante cuidadoso no trânsito. O IBGE divulgou em estudo recente que 66% dos acidentes de trânsito entre jovens são motivados pelo excesso de velocidade, outra da Universidade de São Paulo afirma que 55% dos envolvidos em acidentes com vítima estavam alcoolizados.

Como podemos perceber, pilotar e dirigir têm deixado de ser seguro dado à imprudência de motoristas e motociclistas, quer seja pelo excesso de velocidade, quer seja pelo consumo de álcool ou qualquer outro tipo de droga.

Sou testemunha de que alguns até fazem questão de realizarem ultrapassagens desnecessárias, "tirando fino" de outros veículos (principalmente de motos) somente para sadicamente “divertirem-se”. Muitos não têm consciência de que um veículo mal conduzido, seja moto ou carro, transforma-se numa arma extremamente letal.

O trânsito no Brasil já matou mais que muitas das infelizes guerras espalhadas pelo mundo e nós não colaboramos para que isso acabe, muito pelo contrário. Outro dia mesmo mesmo vi um garoto de no máximo 12 anos conduzindo um Cross Fox, em pleno estacionamento de um grande shopping da capital baiana, certamente até a pedido do pai ou da mãe. E se aquele garoto atropela e mata um pedestre? E se ele bate num pilar de concreto e morre?

Educação para o trânsito deveria ser matéria escolar, do ensino fundamental ao pós-doutorado. Veículo deveria sair de fábrica com o velocímetro marcando no máximo 60 km/h. Gosto muito de uma placa de trânsito que localizada na estrada que diz: "A velocidade que empolga, é a mesma que mata". Certamente muitos dos que passam por lá, jamais a leram porque estavam rápidos demais.

Dan
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8

de
novembro

Eu gosto é do real!

Você já se deu conta que esse negócio de mundo virtual vicia? Rapaz é Orkut, Flog, Blog, e-mail, MSN, Skype e mais um monte de coisa… Uma vai puxando a outra e quando você se dá conta, já criou um mundo paralelo ao seu! Deixando inclusive um rastro virtual pelo qual qualquer pessoa lhe localiza em qualquer parte do planeta…

Eu gosto de internet, mas de maneira dosada, não dá para ficar em casa o tempo todo sentado na frente do computador e deixar de ir à praia numa manhã ensolarada de domingo, por exemplo.

Tudo bem, no mundo virtual não existe a timidez como no mundo real, todo mundo fica mais bonzinho (só exibem suas qualidades) e mais bonito (viva ao Photoshop), mas não dá para substituir um abraço gostoso e demorado, cheio de amor, cheio de calor, cheio de cor, por um cinzento e mecânico ‘scrap’ do Orkut! O mundo bom é o de verdade, com cheiros, sabores, sensações e sorrisos como o meu e o seu!

Dan
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18

de
agosto

putodromozin

Na minha cidade, segundo matéria inicialmente veiculada em jornal local e que depois tomou proporções nacionais, uma vereadora acenou com a proposta polêmica de sugerir ao chefe do executivo a criação de um ‘PUTRÓDOMO’, ou seja, uma zona (sem trocadilhos) para abrigar as prostitutas, com fins a acabar com a proliferação dos prostíbulos nos bairros e diminuir a violência e o tráfico de drogas nesses locais (e blá, blá, blá)…

É claro que a idéia era descabida e a lei penal nem permite tal feito, mas com a polêmica gerada em torno do termo ‘PUTRÓDOMO’, creio eu que equivocadamente usado pelos excelentíssimos edis para definir o local de trabalho das prostitutas (que não são necessariamente putas), a idéia foi rechaçada e numa concorrida ‘Audiência Pública’ para debater o problema da prostituição em Camaçari, deram as devidas explicações, esclarecendo aos presentes quais eram suas reais ‘boas’ intenções, pediram ‘desculpas a quem de direito’ (e blá, blá, blá)…

(Me deu um estalo agora, lembrei daquele ditado popular, que diz que ‘de boa intenção o inferno está cheio’, mas deixa isso pra lá!)

O fato é que mesmo (graças a Deus) não tendo saído do papel, a idéia do ‘PUTRÓDOMO’ mexeu com a imaginação e a libido de muita gente! Já tinha amigo meu economizando do salário para gastar tudo no novo centro de entretenimento da cidade, que anda tão carente de boas opções de lazer. Amigas com seus currículos cheios de cursos e pós-graduações, doidas por uma oportunidade de melhorarem de vida ou de complementarem as suas rendas, já estudando para o ‘Processo Seletivo Simplificado para Ingresso no Putódromo Municipal’, cujas inscrições seriam feitas em longas filas sob a luz escaldante de um sol de 40°, a beira do muro do estádio municipal! Garotos e mais garotos prestes a saírem da puberdade, ávidos por descobrirem os prazeres da copulação (e blá, blá, blá)…

Que pena, à exceção das amigas que só continuarão desempregadas, meus amigos e os garotos púberes ficaram literalmente na mão (se é que vocês me entendem), com a não criação do ‘PUTODROMOZIN’ deles!

Dan
daniborozinho@hotmail.com (msn)
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(EM TEMPO: Não acreditam no que eu acabei de lhes contar? Experimentem por o termo “PUTÓDROMO” no Google, e vejam no que dá…)

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27

de
junho

Fuuuuuuuuuummmmmmmm!

Na adolescência tive problemas com ‘nhaca’ (nem sei se isso tem forma escrita, mas ‘nhaca’ todo mundo sabe o que é!) e mãe queria que eu passasse ‘limão com sal’ nos sovacos, logo depois, substituiu os limões por aquela maldita ‘Pomada Minâncora’, que por sinal, é um ‘santo remédio’ para ‘frieiras’, ‘bieiras’, ‘nhacas’ e afins, que naquela época, EU ODIAVA, mas enfim: FIQUEI CURADO!
Pior ainda foi na pré-adolescência que eu não gostava nem de tomar banho. Já fui dormir com a farda do colégio para já ‘acordar vestido’ no dia seguinte e seguir para a escola sem o ‘banho matinal’, claro que isso acontecia escondido de mãe, porque senão eu caía na surra (vide: http://tabica.blog.terra.com.br/?s=deeeeeeee&submit.x=41&submit.y=5). Meus banhos eram sempre muito rápidos; sabonete eu só passava na barriga e quase sempre, depois de enxuto, minhas canelas estavam cinza, fruto do barro ou da areia que eu passava o dia inteiro brincando e me espojando. ‘Bafo’ (mau hálito), mesmo na adolescência que é a nossa fase, digamos assim, mais ‘porca’, eu nunca tive… Escovar os dentes sempre foi uma diversão, mesmo porque eu gostava de comer a pasta (creme dental) que naquela época, ao invés de ‘Sorriso’ se chamava ‘Kolynos’!
Hoje em dia, além de adorar tomar banho (conheço muita gente que não gosta) tenho uma fixação por perfume e cheiro bom! Saio de casa para trabalhar mais cheiroso que ‘jegue na lavagem do Bonfim’, chego a cometer a insanidade de gastar mais de um frasco de perfume por mês!
Engraçado é que ainda sei de gente dos 18 aos 80 anos que ainda ‘cultivam’ os mesmos cheiros (ou seriam maus-cheiros?) de quando se tem 10, 15! Todo mundo tem um amigo, primo, irmão ou conhecido que não é muito chegado ao desodorante ou que parece estar mastigando cocô ao invés de chicletes… ECA!

Dan
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http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=10305335602038058246 (Tabica – O Blog/Orkut)

10

de
maio

Manda amarrar

Enquanto voltava da faculdade, logo após a ponte sob o Rio Joanes, no sentido Salvador x Arembepe, na altura de Catu de Abrantes, já dentro dos limites de Camaçari, fui abduzido por uma nave espacial em formato de penico de porcelana, que lançou sobre eu e minha motocicleta (a La Poderosa), um raio da cor de cocô feito no dia seguinte a você ter comido passarinha com pimenta na praia, algo entre o marrom e o esverdeado.

Já dentro da nave que foi comprada pelo ‘Credi Casa’ da Insinuante em 24 parcelas diferentes e com juros, encontrei com 18 marcianos que não eram de Marte, na verdade nem verdes eles eram, todos azuis turquesa e com as orelhas tão grandes quanto as dos ‘Telletubbies’. O cheiro familiar que senti lá dentro era do ‘Malbec’ que assim como eu, todos eles usavam.

Convidaram-me para ir à vaquejada de Serrinha, mas sem não antes dar uma passadinha ali pertinho, na pacífica e angelical ‘Lavagem de Itinga’, no município vizinho de Lauro de Freitas; foi então que tomei a ousadia de dizer que em Camaçari também existiam eventos calmos como aquele, só que aqui se chamavam ‘Lavagem do Verde Horizonte’ e ‘Lavagem da Lama Preta’… Ficamos todos animados com tanta festa boa onde as pessoas certamente trocariam votos de paz e amor!

Comi um pedaço de cavaco com canela em pó e tubaína de tangerina, oferecido por um marciano do olho doca, quando me dei conta que estava calçado com uma meia branca e outra laranja, mas fiquei tranqüilo, ninguém estava reparando mesmo! Quando o papo estava ficando bom me assustei! Eis que surge do nada aquela música alta: “…CHICLETEIRO EU, CHICLETEIRA ELA…” era o meu celular, as 06:50 da manha… Abri meus olhos e pensei: ACORDA, DANIVAL, hora de trabalhar e deixar de ter pesadelos imbecis!

Dan
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3

de
abril

Palhaço

Quando eu era criança e algum adulto perguntava ‘o que eu iria ser quando crescer’, sempre me vinha à cabeça as coisas mais inusitadas possíveis… Quis ser veterinário, músico, piloto de avião, porteiro de bordel, astronauta e até palhaço de circo. Com esta última profissão (a de palhaço) eu me identifico até hoje! Sou tido nos meios que ando como uma pessoa bastante descontraída, alegre e perturbado (no bom sentido, é claro!) e se tem algo que realmente me faz sentir prazer, é conseguir ‘arrancar’ um sorriso de alguém…

Infelizmente eu não fui competente o suficiente para me tornar um ‘palhaço de profissional’ daqueles que sobem ao picadeiro, tem que ser muito bom para ser palhaço, não é para ‘qualquer um’, mas com um pouco de esforço me tornei um ‘quase palhaço da vida real’, faço graça de tudo, brinco com os amigos, rio, abuso, puxo o cabelo, ponho um apelido, pego no pé, solto pum…

Sorrir me faz muito bem, ver o sorriso de vocês, me faz mais bem ainda!

Dan
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